Empresas afirmam que havia alinhamento prévio e mapeamento da rede subterrânea para o trabalho na região. "As equipes da Sabesp e da Comgás atuavam aqui em parceria no local", afirmou Samanta Souza, diretora de relacionamento institucional e sustentabilidade da Sabesp, durante coletiva de imprensa no bairro. Souza afirmou que as empresas seguiram protocolos técnicos previstos para obras em áreas com compartilhamento de redes subterrâneas. "Existe um manual para atuar quando a gente tem compartilhamento de solo nas cidades. Nós cumprimos todo esse mapeamento. Fizemos o cadastro em conjunto, fizemos a marcação de solo, onde está uma rede, onde está a outra", declarou. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.