Além do reajuste salarial, categoria reivindica a ampliação de benefícios e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária. Os rodoviários estão em estado de greve e decidiram, em assembleia, rejeitar a proposta dos patrões que aumentaram a proposta inicial de pagamento do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4,39% para 4,5%. A proposta inicial dos rodoviários é que motoristas de articulados (caso do BRT) tenham piso salarial de R$ 5 mil, e os demais recebam um piso de R$ 4 mil. O reajuste da categoria seria de 17%, repondo perdas inflacionárias passadas, em duas parcelas: a primeira em julho de 8% e a segunda em novembro, de 8,5%. Na assembleia de terça-feira (7), a categoria decidiu flexibilizar o piso salarial, reduzindo de 17% para 12%, em duas vezes, o índice de reajuste. Além disso, os rodoviários reivindicam tíquete alimentação de R$ 1 mil. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.