Festival de cinema em Bolonha, na Itália, começou no sábado. A recompensa pelo esforço vem com um programa que deixa difícil escolher, porque significa de imediato deixar de lado outro filme importante. A programação inclui a mostra do célebre diretor japonês Daisuke Ito, títulos pouco conhecidos de Roger Corman e filmes restaurados como "A Dez Segundos do Inferno", do americano Robert Aldrich, e "Somente as Horas", do carioca Alberto Cavalcanti. Todos esses foram deixados em segundo plano, no entanto, pela exibição na Piazza Maggiore de "Aurora", o clássico do alemão F.W. Murnau, diretor de " Nosferatu ", que fez o cinema de Hollywood tornar-se o que se tornou, tal a quantidade de ensinamentos que trouxe para seus diretores e técnicos. O restauro do longa foi feito nos Estados Unidos a partir de cópias e negativos encontrados em várias partes do mundo. Pessoas que trabalharam no processo disseram, antes da exibição do filme, o quão valoroso foi Murnau, homem gay e imigrante. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.