Reportagem do NYT liga neto de Raúl Castro a cartel de contrabando mexicano
Raúl G. Rodríguez Castro, hoje figura-chave nas negociações entre Cuba e EUA, teria participado de esquema que tirava pessoas da ilha em barcos roubados e trazia mercadorias. Aeroporto José Marti, em Havana, Cuba (Foto: Reprodução do Instagram/@havanaairport) Publicidade. Raúl Castro estava em uma visita oficial de Estado em Paris há uma década, como presidente de Cuba, quando um guarda-costas corpulento em sua comitiva se destacou. O homem mantinha-se tão próximo de Castro enquanto caminhavam pelo tapete vermelho no Palácio do Eliseu que um membro da guarda de honra francesa tentou puxá-lo para trás. Até François Hollande, presidente da França na época, acenou para que ele recuasse. O segurança que insistia em se inserir nas fotos oficiais não era outro senão o neto de Castro, Raúl G. Rodríguez Castro, um coronel do Ministério do Interior. Hoje, o guarda-costas antes praticamente desconhecido tornou-se uma figura-chave nas negociações de Cuba com os Estados Unidos, mesmo sem nunca ter ocupado um cargo público. Seu nome chegou a ser mencionado como alguém que a administração Trump poderia achar aceitável como próximo líder de Cuba. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney