Re.green emite primeiros créditos de carbono com restauração nativa da mata atlântica
Regeneração aconteceu em 1.623 hectares no sul da Bahia, e certificados vão para a Microsoft. Segundo a companhia, a restauração aconteceu de 2022 a 2025 e envolveu espécies como pau-brasil, jatobá e jequitibá-rosa. Foram gerados 36,8 mil títulos, validados pela certificadora internacional Verra. Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de carbono absorvida da atmosfera, e a comercialização dos certificados permite que empresas compensem suas emissões de gases do efeito estufa. Além da captura do carbono, a regeneração ajuda a melhorar a disponibilidade de água e o retorno de espécies no local. Mariana Barbosa, diretora jurídica de relações institucionais e comunicação da Re.green, diz que a emissão dos créditos no bioma é um marco importante na trajetória da empresa. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo