Rede de influência de Ricardo Magro é antiga e conta com diversas frentes
Nas quase duas décadas à frente da refinaria, empresário enfrentou diversas acusações de fraude. Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro — Foto: Governo do Rio de Janeiro / Advogado e empresário, Ricardo Magro • Divulgação/Magro Advogados Publicidade. A operação de ontem da Polícia Federal que atingiu a Refit e o ex-governador Cláudio Castro (PL) evidencia como Ricardo Magro, o dono da antiga Refinaria de Manguinhos, construiu uma extensa teia de influência política. Duradoura, a rede se espalha por diferentes esferas do poder, apesar de a investigação de agora se debruçar sobre o governo do Rio. Segundo a PF, o caso pode ser considerado a “mais latente e exitosa frente de espoliação do Estado do Rio de Janeiro pela criminalidade organizada nos últimos anos”, dada a quantidade de instituições envolvidas. Nas quase duas décadas à frente da refinaria, Magro enfrentou diversas acusações de fraude. As suspeitas envolvem manobras para não pagar ICMS — o grupo é o maior devedor de impostos do país, com R$ 52 bilhões na dívida ativa — e supostas maquiagens para fingir que refinava óleo bruto, quando na verdade importava gasolina pronta. Ao declarar que recebia o produto na forma mais pura, pagava menos tributos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney