Embora os primeiros lugares dos rankings permaneçam relativamente estáveis, os dados sugerem um aumento do número de cidades capazes de disputar investimentos imobiliários em. Capitais nordestinas e cidades fora dos principais centros tradicionais vêm ganhando espaço no radar das incorporadoras, ampliando o número de mercados considerados atrativos para novos lançamentos. É o que mostra a segunda edição do Índice de Demanda Imobiliária (IDI Brasil), referente ao segundo trimestre de 2026. Os principais destaques do trimestre foram Recife e Fortaleza, que avançaram simultaneamente nos segmentos econômico, médio e alto padrão. O levantamento avalia a atratividade de 84 cidades brasileiras para novos empreendimentos a partir de indicadores como demanda por imóveis, dinâmica econômica, velocidade de vendas e desempenho de lançamentos. Na metodologia do índice, elaborado pelo Sienge, CV CRM e Grupo Prospecta em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o segmento econômico contempla famílias com renda mensal entre R$ 2 mil e R$ 12 mil e imóveis entre R$ 115 mil e R$ 575 mil. O médio padrão considera renda familiar entre R$ 12 mil e R$ 24 mil e imóveis entre R$ 575 mil e R$ 811 mil. Já o alto padrão engloba famílias com renda superior a R$ 24 mil e imóveis a partir de R$ 811 mil. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.