Especialistas veem espaço para prefixados curtos e Tesouro IPCA+ de prazo médio, mas pedem cautela com crédito privado e recomendam esperar sinais concretos antes de mexer na. Juros restritivos, inadimplência em alta e inflação ainda acima da meta são fatores que o investidor brasileiro já prevê há algum tempo para 2027. Agora, o mercado também passou a olhar com preocupação para a atividade econômica, com agentes citando o risco de uma recessão no próximo ano. O mercado financeiro cortou pela quarta semana consecutiva a projeção de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2027, segundo o Boletim Focus publicado na última segunda-feira (17). No mesmo dia, o Banco Central divulgou que a prévia do PIB, o IBC-Br, fechou o segundo trimestre com expansão de apenas 0,2%, ante 1,2% no primeiro. Se a economia desacelerar mais do que o previsto, o que fazer com o dinheiro? Para especialistas consultados pelo InfoMoney, a resposta está principalmente na renda fixa, mas passa por uma mudança de perfil dentro dela, com menos peso nos títulos que acompanham a Selic e mais espaço para prefixados curtos e papéis atrelados à inflação de prazo intermediário. Antes disso, é preciso entender por que uma recessão não derruba todos os juros ao mesmo tempo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.