Pesquisadores testaram cinco microrganismos comuns sob frio e radiação UV. O trabalho foi conduzido por pesquisadores da Nasa, das universidades de Maryland e Católica da América, ambas nos Estados Unidos, e do Instituto Nacional de Astrofísica do Observatório de Turim, na Itália. Os modelos indicam os polos lunares como áreas de sobrevivência potencial —no caso do Aspergillus, células seriam viáveis por até sete dias. Com menos radiação cósmica, essas regiões seriam menos desfavoráveis à sobrevivência e possivelmente à proliferação, ainda não comprovada. O líder do estudo, Prabal Saxena, disse que outros trabalhos já indicavam a viabilidade de células orgânicas em áreas lunares permanentemente sombreadas. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.