AIEA diz que modelos, como o Brasil quer, precisam de regulação tradicional que deverá levar anos. A sigla em inglês significa pequenos reatores modulares e entrega seu ponto de venda: são usinas miniaturizadas, móveis e feitas em série, com a geração sendo aumentada com a adição de novas unidades ao gosto do cliente. Tudo isso a uma fração dos custos das dispendiosas usinas tradicionais, que podem chegar a R$ 150 bilhões em plantas de grande porte. Mas há obstáculos para que os SMR virem a panaceia prometida. "Sabemos que os SMR são muito bem vendidos, como uma bateria nuclear a ser comprada e usada. Mas essa é uma história ainda a ser escrita", diz Matthew van Sickle, da seção de Desenvolvimento de Infraestrutura Nuclear da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.