Acúmulo de dióxido de carbono na atmosfera vem modificando marcadores do corpo há 20 anos. Pessoas são borrifadas com água para se refrescarem durante um dia quente e ensolarado em Praga 28 de junho de 2026 REUTERS/Eva Korinkova Publicidade. A piora do ar que respiramos pode estar gradualmente modificando o sangue humano. É o que concluiu um time de pesquisadores do The Kids Research Institute Australia, da Curtin University e da Australian National University (ANU), na Austrália. Os cientistas analisaram mais de 20 anos de dados da população dos Estados Unidos. E encontraram alterações graduais em um importante marcador sanguíneo relacionado ao dióxido de carbono (CO₂). Segundo eles, caso as tendências atuais persistirem, esse indicador poderá se aproximar do limite superior da faixa considerada saudável nas próximas décadas. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.