A Toyota encerrou um ciclo marcante no Brasil. O último Corolla produzido na planta de Indaiatuba (SP), inaugurada em 1998, foi apresentado em cerim&ocir. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Divulgação/Toyota A Toyota encerrou um ciclo marcante no Brasil. O último Corolla produzido na planta de Indaiatuba (SP), inaugurada em 1998, foi apresentado em cerimônia aos funcionários como símbolo de despedida. O sedan, um Corolla Altis Premium, porém, não seguirá para as concessionárias e, portanto, não estará à venda, para desespero dos fãs de um dos carros mais vendidos do mundo em todos os tempos. Enquanto o carro ganha destino especial, a produção será totalmente concentrada em Sorocaba, onde a marca investe pesado para ampliar sua capacidade e modernizar processos. O local, que já produz o Corolla Cross e o Yaris Cross, será agora o centro da operação nacional da marca japonesa. Com investimentos de R$ 11 bilhões até 2030, a unidade terá capacidade para fabricar até 270 mil veículos por ano, incluindo uma futura picape intermediária, originada no Corolla Cross. Indaiatuba, por sua vez, deixa um legado importante. Foi lá que o Corolla se nacionalizou e se tornou referência, inclusive como o primeiro carro híbrido flex produzido na América Latina. Ao longo de quase três décadas, mais de 1 milhão de veículos saíram de suas linhas de montagem, consolidando o sedan como ícone no mercado brasileiro. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.