Número de idosos que precisarão de cuidados de longa duração deve saltar de 5,1 milhões para 17 milhões até 2050. A geração que hoje está na faixa dos 45 anos ou mais vai chegar à velhice em um Brasil com mais idosos, menos filhos e uma estrutura familiar menor. Viver mais deixou de ser apenas uma conquista da medicina e passou a colocar uma nova pergunta no centro do planejamento financeiro: quem vai pagar e quem vai cuidar quando a independência para os afazeres do dia a dia diminuir?. A conta do cuidado é uma despesa que ainda quase não aparece nos planos de aposentadoria, mas pode consumir uma parcela significativa da renda acumulada ao longo da vida. Até 2050, o número de idosos que vão precisar de cuidados de longa duração deve saltar de 5,1 milhões para 17 milhões, segundo projeções do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Mantido o modelo atual, cerca de 1 milhão poderá ficar sem assistência, enquanto aproximadamente 2,3 milhões dependerão de cuidadores remunerados. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.