O sedã compacto, aquele da família brasileira de classe média, virou raridade nas concessionárias. Mas o tradicional modelo tem sido tema de conversas. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Casual Guia de Viagens VINHOS TURISMO GASTRONOMIA RELÓGIOS CARROS CEOs NO TEMPO LIVRE Home Casual Quem matou o sedã não contava com os chineses O sedã compacto, aquele da família brasileira de classe média, virou raridade nas concessionárias. Mas o tradicional modelo tem sido tema de conversas BYD Seal: modelo colocou o sedã em destaque (BYD/Divulgação). Existe uma imagem que ficou nas lembranças de quem cresceu nos anos 1990 e 2000 no Brasil: o pai ou a mãe chegando em casa num Tempra, Vectra, ou Santana, substituídos depois por Corolla ou Civic. Aquela carroceria de três volumes, porta-malas atrás, silhueta baixa. Era o carro de quem tinha chegado lá, símbolo de ascensão social e de estabilidade. Hoje, o cenário é diferente. Dados da Fenabrave mostram que em 2015 os sedãs respondiam por 29% das vendas de carros zero quilômetro no Brasil. Dez anos depois essa fatia caiu para 12%. Ao mesmo tempo, os SUVs saltaram de 14% para quase 55% do mercado. O que era foco do mercado virou quase um nicho em uma década. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.