Queiroz recebeu R$ 6.300 de firma de estética usada em lavagem de dinheiro de miliciano
OUTRO LADO: Ex-assessor de Flávio diz que não é investigado e pede. A transferência ocorreu em 2017, quando Queiroz trabalhava na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro ) como chefe de gabinete de Flávio, agora pré-candidato à Presidência da República. A informação sobre o pagamento consta de um relatório do Coaf usado na Operação Legado, deflagrada em março deste ano pelo MP-RJ. A investigação levou à denúncia de uma rede de pessoas envolvidas, segundo o MP-RJ, na lavagem de dinheiro de Adriano, ex-PM vinculado a diferentes atividades criminosas. Entre os denunciados neste caso está Raimunda Veras Magalhães, mãe de Adriano e também ex-assessora de Flávio na Alerj. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo