Pai é preso em SP sob suspeita de morte de filho de 11 anos que ficava acorrentado ao pé
Defesa não foi identificada pela reportagem; à polícia, ele teria confessado que mantinha vítima amarrada para evitar fugas. O corpo de Kratos Douglas tinha diversos hematomas. Na delegacia, o pai teria confessado que o deixava acorrentado ao pé da cama para impedir que ele fugisse para a rua, segundo a polícia. A defesa não foi identificada pela reportagem. Conforme o boletim de ocorrência, uma ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) havia sido acionada para atender a criança, que tinha passado mal, como informou familiares. Uma médica foi até a residência, no bairro Cidade Kemel, e constatou a morte do menino, que estava caído ao lado da cama. À Polícia Militar a médica relatou sinais de maus-tratos: hematomas nos braços, mãos e pernas, áreas roxas nas extremidades e espuma na boca. Não foi possível, naquele momento, precisar a causa da morte. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo