Sistema criado pelo Banco Central movimenta quase três vezes o PIB brasileiro e já desafia gigantes globais de pagamentos e levanta a ira do presidente dos EUA. O Pix se tornou algo raro no mundo da tecnologia financeira, deixando de ser apenas uma ferramenta e virando um gigante da infraestrutura de pagamentos. Em pouco mais de cinco anos, passou de novidade a mania nacional, indo do pagamento do cafezinho até compras de grandes empresas. Com isso só no ano passado o sistema movimentou R$ 35,36 trilhões, aumento de 33,6% em relação ao ano anterior e um recorde. Isso é muito mais dinheiro que muitos sistemas de pagamento globais e até do PIB brasileiro, de R$ 12,7 trilhões. Por tudo isso, ele se tornou um símbolo da capacidade brasileira de criar soluções financeiras em escala e chamou tanto a atenção até do presidente dos Estados Unidos. Donald Trump vem criticando o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, apontando para uma suposta concorrência desleal com empresas americanas do setor. Os dados levantam ainda uma questão curiosa. E se o Pix não fosse apenas uma infraestrutura pública criada pelo Banco Central, mas sim uma companhia privada listada em bolsa, quanto valeria?. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.