Faixa de 10 a 13 anos foi a única a registrar recuo em 2025. A preocupação com privacidade e segurança se consolidou como o principal motivo para evitar que crianças e adolescentes tenham celular. É o que mostra o módulo temático sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, a proporção de crianças de 10 a 13 anos com celular caiu pela primeira vez desde o início da série, em 2016. Segundo o IBGE, 55,2% dos brasileiros nessa faixa etária tinham o aparelho em 2025, recuo de 1,5 ponto percentual em relação a 2024. A principal explicação para essa queda pode estar entre aqueles que ainda não têm celular. O motivo mais citado foi a preocupação com privacidade e segurança, apontada por 32% dos responsáveis — 7,8 pontos percentuais acima do registrado em 2024. A série histórica mostra ainda que essa proporção quase dobrou desde 2022. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.