O projeto é vinculado ao Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (BICT), com apoio de outras instituições, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento. “A gente precisa entender que o acesso à informação tem que também vir potencializado de ferramentas para estruturar essa informação para um uso. Então, por exemplo, eu posso colocar livros que falam sobre feminicídio, que falam sobre violência, mas o que eu posso fazer de atividade dentro das bibliotecas?”, explicou a pesquisadora. Com formação em biblioteconomia, Luciane Cavalcante conta que atuou como docente nos programas de pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Estadual de Londrina. Durante uma orientação, a pergunta de uma aluna sobre o papel das bibliotecas comunitárias no combate à violência de gênero a provocou. “Foi nessa parte que eu comecei a me envolver com os estudos de gênero e com os estudos feministas, com as perspectivas latino-americanas em relação a essa questão. E, aí, eu comecei a envolver pesquisas para entender melhor o que as bibliotecas fazem em relação a isso”. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.