Processada por Disney, Universal e Warner, a Midjourney quer que os estúdios revelem se treinam IA com conteúdo protegido. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Inteligência Artificial Processada por Hollywood, Midjourney quer provar que estúdios fazem o mesmo que ela Disney, Universal e Warner processam a startup por usar personagens protegidos para treinar IA Layse Ventura 04/07/2026 18:19 (Imagem: DIA TV / Shutterstock) Compartilhe: Tudo sobre Disney ver mais A Midjourney está sendo processada por Disney, Universal e Warner Bros. por alegada violação de direitos autorais: seus modelos de geração de imagens conseguem reproduzir personagens como Bart Simpson e Darth Vader. Agora, a startup quer virar o jogo: pediu à Justiça que obrigue os estúdios a revelar como eles mesmos usam IA internamente, segundo reportagem do TechCrunch. A lógica é direta. Se os estúdios desenvolvem modelos de IA para uso interno (em storyboards, desenvolvimento de roteiros ou criação de imagens) e treinam esses modelos com conteúdo sem licença, estariam fazendo exatamente o que acusam a Midjourney de fazer. A Midjourney defende que treinar seus modelos com imagens de personagens protegidos é permitido pelo princípio do “fair use” – isto é, uso justo, que permite o uso de material protegido em determinadas circunstâncias sem autorização do detentor dos direitos. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.