Presidente do Conselho do São Paulo é indiciado por falsidade ideológica
OUTRO LADO: Olten Ayres diz que não praticou nenhum crime nem obteve benefício pessoal ou político relacionado ao tema da investigação. A investigação foi conduzida pelo delegado Tiago Fernando Correia, do DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania). O relatório será enviado agora para o MP-SP (Ministério Público de São Paulo), que poderá denunciar Ayres, arquivar o caso, oferecer um acordo ou pedir novas diligências. Em nota, o presidente do conselho afirmou que recebeu "com tranquilidade" o indiciamento e que "não praticou falsidade ideológica nem obteve qualquer benefício pessoal ou político relacionado ao documento investigado". Ayres passou a ser investigado pela Polícia Civil após um pedido da Comissão de Ética do São Paulo. Em um relatório do dia 29 de abril, o colegiado apontou que ele poderia ter cometido o crime de falsidade ideológica e determinou que o documento fosse encaminhado às autoridades. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo