Parlamento de Portugal endurece regras migratórias e amplia exigência de planejamento ainda no país de origem. Mercado Agências e Operadoras Feiras e Eventos Hotelaria Política Parques e Atrações Destino Brasil Exterior Transportes Aviação Transportes Terrestres Cruzeiros Serviços Seguro Viagem Vai e Vem Oportunidades profissionais Turismo em Dados Tendências MICE Luxo ESG Tecnologia e Inovação Multimídia Fotos Vídeos Blogs Edições Digitais HUB Pesquisar Dólar: [fx moeda="USD"] Euro: [fx moeda="EUR"] Redes sociais:. Alterações ainda dependem da sanção presidencial para entrar em vigor (Ana Azevedo/M&E) O Parlamento de Portugal aprovou, na sexta-feira (17), um conjunto de alterações à legislação migratória que restringe as possibilidades de regularização de estrangeiros que entram no país sem visto de residência. A medida faz parte de um processo de revisão das regras de imigração adotado pelo governo português nos últimos anos e reforça a exigência de que os pedidos de residência sejam iniciados antes da viagem, por meio dos consulados portugueses no exterior. Entre as principais mudanças aprovadas está o fim de duas modalidades que permitiam a regularização de imigrantes já em território português. Uma delas autorizava o pedido de residência com base na existência de filho menor matriculado em escola no país. A outra possibilitava a solicitação de autorização de residência por meio da matrícula em cursos profissionalizantes realizada após a chegada a Portugal. Esse tipo de atualização também pode influenciar fluxo de visitantes, consumo, serviços e planejamento do setor turístico. Use com naturalidade termos como turismo, temporada, praias, litoral catarinense e fluxo de visitantes quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.