Resposta está em centenas de milhões de anos de história evolutiva. Um golfinho, um salmão e um leão-marinho não se parecem em quase nada quando se observa sua pele. O salmão é coberto por escamas sobrepostas e muco. O golfinho tem uma pele lisa, praticamente sem pelos. O leão-marinho, por outro lado, possui uma das pelagens mais densas do reino animal. Os três são vertebrados aquáticos. As diferenças não são meramente curiosas: elas revelam uma regra básica da evolução que costuma surpreender até aqueles que acreditam entendê-la bem. A resposta está em centenas de milhões de anos de história evolutiva e mostra como um mesmo problema —proteger e isolar o corpo — pode ser resolvido de maneiras radicalmente diferentes, dependendo do ponto de partida evolutivo. O pelo é uma característica distintiva dos mamíferos. Ele evoluiu uma única vez, na linhagem dos sinápsidos, o grupo de amniotas que inclui todos os mamíferos e seus ancestrais, que se originou há mais de 300 milhões de anos. Mas a linhagem é uma coisa e a característica, outra: os fósseis mais antigos que sugerem a presença de pelos datam de cerca de 250 milhões de anos, a partir de fezes fossilizadas de terapsídeos encontrados na Rússia. E as primeiras impressões nítidas de pelagem correspondem a mamíferos do Jurássico, há cerca de 165 milhões de anos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.