Relatório da Polícia Federal aponta ausência de indícios de crime por parte de jornalista alvo de Moraes e cita respaldo na garantia da liberdade de imprensa. Ação contra fonte de jornalista foi autorizada por Moraes após o ministro ver indícios de reportagens pagas contra o ministro Flávio Dino. O relatório da PF (Polícia Federal) sobre a operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, fonte do jornalista Luís Pablo autorizada na semana passada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, diz não haver evidências de crime de violação de sigilo funcional por parte do jornalista e que não é possível “apontar com máxima certeza” que Luís Pablo recebeu dinheiro para publicar reportagens contra o ministro Flávio Dino. O documento propõe que o jornalista conseguiu os documentos por meio de WhatsApp e se encontrou com a fonte, mas nega a ideia de perseguição defendida por Moraes: “Não se trata de acusar o jornalista do cometimento de tal crime, já que o mesmo, em tese, está acobertado pelo direito à liberdade de imprensa, amplamente reconhecido em nossos tribunais”, diz o relatório da PF. As informações são da CNN. Temas ligados a obras e infraestrutura costumam produzir efeitos concretos sobre planejamento, serviços, logística e decisões de investimento público e privado. Use com naturalidade termos como obras, infraestrutura, mobilidade, litoral norte de SC, Itapema e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.