Em livro, historiador analisou casos que geraram polarização social e política. Mas, ao longo da história e no tempo presente, vários temas polarizam as pessoas —e, ainda que se dê mais no campo simbólico, isso tem um efeito material, porque impacta como as pessoas se sentem em determinados contextos sociais. O historiador Rui Tavares se debruçou sobre esse tema para o livro "Hipocritões e Olhigarcas: Passado e Futuro das Guerras Culturais" (ed. Tinta-da-China Brasil). No Café da Manhã desta quinta-feira (14), o colunista da Folha e deputado na Assembleia de Portugal explica o que as guerras culturais de ontem e de hoje têm em comum, conta como o Brasil aparece nessas disputas e analisa se é possível —e necessário— sair dessa lógica que ele chama de labiríntica. Antes, o programa atualiza as notícias sobre os áudios e mensagens enviados por Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro que foram revelados pelo Intercept Brasil. Neles, Flávio pede a Vorcaro mais dinheiro para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro —o ex-banqueiro pagou R$ 61 milhões para bancar a produção entre fevereiro e maio de 2025. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.