Neste ano, Receita e PF já apreenderam mais de 115 mil produtos vindos do país. Os produtos paraguaios têm preços menores, em média, e a reportagem da Folha constatou que a venda é fácil. Entidades médicas falam em riscos potenciais à saúde com o uso de medicamentos que não têm aval da Anvisa —como é o caso dos fabricados no Paraguai, mesmo os que têm princípios ativos autorizados no Brasil. As apreensões também encontraram produtos com substâncias experimentais. O Café da Manhã desta quinta-feira (16) explica que substâncias vêm nas canetas paraguaias e como os produtos contrabandeados se disseminaram entre os pacientes. O médico endocrinologista Júlio Américo Batatinha, doutorando no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, fala dos riscos desse uso e discute como o brasileiro incorporou a caneta emagrecedora entre seus medicamentos. O programa de áudio é publicado no Spotify, serviço de streaming parceiro da Folha na iniciativa e que é especializado em música, podcast e vídeo. É possível ouvir o episódio clicando acima. Para acessar no aplicativo, basta se cadastrar gratuitamente. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.