Analistas dizem que discurso de Xi sobre cooperação desafia modelo de competição com os EUA. Para analistas, o tom desafia a lógica de competição geopolítica que impera até aqui: China e EUA impõem restrições para tentar atrasar o outro no desenvolvimento de tecnologias, e empresas anunciam ferramentas em clima de corrida. Novos capítulos da disputa, que devem pôr à prova a fala de Xi, incluem o lançamento do Kimi K3, um surpreendente modelo chinês; a criação de uma "ONU da IA", capitaneada pela China e esnobada por americanos; e rodadas de negociação entre Pequim e Washington em setembro. O Café da Manhã desta sexta-feira (24) discute o que a China de Xi quer com a inteligência artificial e como essa lógica conflita com a visão dos EUA de Donald Trump. De Pequim, o professor da PUC-SP Diogo Cortiz, pesquisador do Centro de Estudos sobre Tecnologias Web, é o entrevistado. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.