Pesquisa indica que quatro em cada 10 brasileiras já jogaram ou ainda jogam. O estudo feito pelo estúdio Clarice, pela consultoria Estratégia Latina e pelo Instituto de Pesquisa Ideia aponta para alguns motivos da presença significativa de mulheres entre apostadores. Entre eles, a preocupação em dar conta de prover para a família, de conseguir pagar os boletos e até de comprar algo extra; e a indicação de pessoas de confiança, que também jogam —amigas, irmãs, primas, companheiras de igreja— e são recompensadas nas plataformas pelas indicações. O Café da Manhã desta segunda-feira (17) conta o que mostrou essa pesquisa que mapeou como as apostas têm afetado as mulheres e discute como políticas públicas podem olhar para esses achados. A gente conversa com Thais Pavez, cientista política e pesquisadora que integrou o estudo, e Mariana Ribeiro, cofundadora e diretora do Estúdio Clarice, especializado em pesquisa e projetos criativos sobre mulheres e poder. O programa de áudio é publicado no Spotify, serviço de streaming parceiro da Folha na iniciativa e que é especializado em música, podcast e vídeo. É possível ouvir o episódio clicando acima. Para acessar no aplicativo, basta se cadastrar gratuitamente. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.