Sete siglas concentram mais de 70% dos R$ 4,9 bilhões disponibilizados, o que impõe um desafio adicional a outras que buscam sobreviver. Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert / para) - Senador Flávio Bolsonaro (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado) Publicidade. A divulgação dos valores do fundo eleitoral deste ano confirma o PL e o PT no topo da pirâmide de recursos, seguidos pelo Centrão. No caso do partido do presidenciável Flávio Bolsonaro, o valor triplicou em comparação com 2022, quando tinha bem menos dinheiro público que os petistas. Para a próxima campanha, sete siglas concentram mais de 70% dos R$ 4,9 bilhões disponibilizados, o que impõe um desafio adicional a outras que buscam sobreviver. Entre as legendas, além das que representam o bolsonarismo e o petismo, apenas o PSD, do ex-governador goiano Ronaldo Caiado, tem candidatura própria à Presidência, que costuma consumir fartas parcelas do orçamento partidário. Os demais tendem a dedicar os recursos a fim de emplacar deputados, senadores e governadores. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.