Pizzaria com Homer Simpson na fachada integrava esquema que levou Deolane à prisão
Estabelecimento movimentou apenas R$ 58,39 em cartões durante dois anos de funcionamento. A empresa já não existe mais. Quando ativa, porém, ocupava uma pequena sala no térreo de um prédio com duas janelas quebradas. Foi aberta em 2014 e pertencia a dois sócios. O primeiro, Willian da Silva Furtuoso, morreu em abril de 2020. O segundo, Everton de Sousa, foi indiciado e preso pela Polícia Civil nesta quinta-feira (21) sob suspeita de participação no esquema que segundo a polícia lavava dinheiro para o PCC. A Folha ligou na tarde desta sexta (22) para o advogado José Albino Neto, que defende Sousa, mas não foi atendida. Recursos em espécie eram praticamente regra na pizzaria, cuja página na rede social Instagram reúne apenas 12 publicações. Onze delas envolvem pizzas; a outra, futebol. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo