Denúncia do MPF foi aceita pela Justiça em junho passado, 8 anos após o desastre que afetou 60 mil famílias. O caso veio à tona em 2018, após o afundamento do solo atingir cinco bairros da capital alagoana. O desastre levou à desocupação das áreas afetadas e à realocação de mais de 60 mil famílias. Esse é um dos laudos que embasaram a denúncia apresentada pelo MPF (Ministério Público Federal), que atribui parte dos danos à chamada "lavra ambiciosa" promovida pela petroquímica. A Braskem diz, em nota, que a extração de sal-gema seguiu as melhores práticas do setor, com licenças e fiscalização dos órgãos competentes. Rebate a acusação de "lavra ambiciosa" atribuída a ela pelo MPF e alega não reconhecer os prejuízos financeiros nem o valor mencionado. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.