PF entende que o "time" de Thiago Miranda tinha o mesmo "modo de agir" que a "milícia privada" do ex-dono do Master. Ao fazer buscas contra o publicitário Thiago Miranda, a Polícia Federal aprofunda a investigação sobre a estrutura que não só abastecia o ex-banqueiro Daniel Vorcaro com informações, mas também era usada para coagir e intimidar seus adversários e desafetos. A partir do celular do parceiro do dono do Banco Master, os investigadores pretendem rastrear o “time” responsável por investidas coordenadas contra jornalistas e o Banco Central. Em outras fases da apuração, a PF já colheu informações sobre a “Turma”, o “braço armado” do grupo de Vorcaro. A PF entende que o “time” de Miranda tinha o mesmo “modo de agir” que a “milícia privada” do ex-dono do Master. A nova fase da Compliance Zero mostra que o inquérito já conseguiu desenhar um quadro mais geral dos diferentes núcleos e braços do esquema de Vorcaro, agora qualificado como uma organização de alto “grau de periculosidade”, com “contornos de máfia”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.