Ao Ibama, estatal afirmou que destinou recursos para monitorar o Parque do Cabo Orange, o mais próximo do poço perfurado. Por exigência do licenciamento, que está a cargo do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), a estatal precisou elaborar modelagens sobre o comportamento do petróleo em caso de vazamento e planos de resgate de fauna, com disponibilidade de embarcações e construções de centros de apoio a animais eventualmente impactados pelo óleo. Um modelo de 2022 afirma que o óleo, em caso de vazamento, não tocaria a costa brasileira, mas se dispersaria rumo a ilhas do Caribe, podendo chegar a Barbados, Granada, Guiana, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Suriname, Trinidad e Tobago e Venezuela, além de Guiana Francesa e Martinica (ambos territórios franceses). Em documentos recentes enviados ao Ibama, antes do anúncio de detecção de hidrocarbonetos no poço perfurado no bloco 59, na bacia Foz do Amazonas, a Petrobras voltou a afirmar que, em caso de vazamento na exploração dos poços, o óleo não tocaria a costa amazônica. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.