A expectativa do Goldman Sachs é de que a Petrobras tenha um crescimento robusto de produção, beneficiada pela entrada em operação de novas plataformas. O Goldman Sachs avalia que a Petrobras ( PETR3; PETR4 ) deve se destacar entre as petroleiras estatais da América Latina no segundo trimestre de 2026, apoiada por crescimento da produção, preços mais altos do petróleo e forte geração de caixa — ainda que o cenário traga desafios relevantes ligados à política de preços e subsídios no Brasil. Em relatório, os analistas Bruno Amorim, Guilherme Costa Martins e Huama Belmonte projetam que a estatal brasileira reportará um EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado de cerca de US$ 17 bilhões no período, 5% acima do consenso de mercado, impulsionado principalmente por alta de 6% na produção em relação ao primeiro trimestre e pela valorização do Brent. A expectativa do Goldman Sachs é de que a Petrobras tenha um crescimento robusto de produção, beneficiada pela entrada em operação de novas plataformas. A projeção indica avanço de cerca de 18% na produção de petróleo na comparação anual no segundo trimestre. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.