Experimentos revelaram alterações em neurônios ligados à dopamina e em mecanismos essenciais para proteger o cérebro. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Ciência Home Ciência Pesticida comum pode elevar em 2,5 vezes o risco de Parkinson, diz estudo Experimentos revelaram alterações em neurônios ligados à dopamina e em mecanismos essenciais para proteger o cérebro Parkinson: cientistas investigam como o pesticida afeta o cérebro (Imagem gerada por IA/EXAME). Um pesticida amplamente utilizado na agricultura pode estar associado a um aumento significativo do risco de desenvolver doença de Parkinson. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) encontrou uma associação entre a exposição prolongada ao clorpirifós e um risco mais de duas vezes maior da doença, além de identificar mecanismos biológicos que ajudam a explicar como a substância pode afetar o cérebro. Os resultados foram publicados na revista científica Molecular Neurodegeneration. Além de analisar dados de centenas de pessoas, a pesquisa realizou experimentos em animais para investigar como o pesticida interfere no funcionamento dos neurônios responsáveis pela produção de dopamina, neurotransmissor essencial para o controle dos movimentos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.