Pesquisa da GBTA revela que apenas 12% das organizações possuem uma base unificada de dados. Mercado Agências e Operadoras Feiras e Eventos Hotelaria Política Parques e Atrações Destino Brasil Exterior Transportes Aviação Transportes Terrestres Cruzeiros Serviços Seguro Viagem Vai e Vem Oportunidades profissionais Turismo em Dados Tendências MICE Luxo ESG Tecnologia e Inovação Multimídia Fotos Vídeos Blogs Edições Digitais HUB Pesquisar Dólar: [fx moeda="USD"] Euro: [fx moeda="EUR"] Redes sociais:. Estudo mostra que dados fragmentados reduzem o potencial da inteligência artificial (Divulgação) A inteligência artificial se consolidou como uma das principais apostas das empresas para aumentar produtividade, reduzir custos e melhorar a tomada de decisões. Nas viagens corporativas, a expectativa não é diferente. Ferramentas baseadas em IA prometem automatizar processos, recomendar melhores opções de deslocamento, antecipar tendências de consumo e tornar a gestão mais eficiente. Mas um levantamento internacional mostra que existe um problema anterior à tecnologia: a falta de organização dos dados. Um estudo realizado pela Global Business Travel Association ( GBTA ), em parceria com Spotnana, Marriott International e Direct Travel, revelou que a maioria das empresas ainda opera com informações fragmentadas, espalhadas entre diferentes plataformas e fornecedores. O resultado é uma inteligência artificial que trabalha com uma visão incompleta da operação e, consequentemente, entrega resultados limitados. Esse tipo de atualização também pode influenciar fluxo de visitantes, consumo, serviços e planejamento do setor turístico. Use com naturalidade termos como turismo, temporada, praias, litoral catarinense e fluxo de visitantes quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.