Pela primeira vez, temos terapias capazes de modificar o curso do Alzheimer, diz
Especialista diz que exames de sangue já conseguem detectar proteínas associadas à doença até 20 anos antes dos sintomas. É o que afirma o neurologista norte-americano Bruce Miller, 76, um dos maiores especialistas mundiais em demência, diretor do Memory and Aging Center da Universidade da Califórnia, em São Francisco, e do Global Brain Health Institute. Miller esteve no Brasil neste mês a convite do Instituto do Cérebro (InsCer) e participou do Brain Congress, em Porto Alegre (RS). Segundo ele, exames de sangue já permitem detectar alterações associadas ao Alzheimer entre 15 e 20 anos antes dos sintomas e os primeiros medicamentos modificadores da doença inauguraram uma nova era no tratamento. Miller conta que, em 2027, serão divulgados resultados de estudos com pessoas saudáveis que apresentam depósitos da proteína beta-amiloide no cérebro, que estão associados a um maior risco do desenvolvimento do Alzheimer, mas que ainda não têm sintomas. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo