Partidos fecham ano eleitoral com dívida mesmo com fundão bilionário
Especialista pontua má gestão dos quase R$ 5 bilhões distribuídos entre legendas; compensação ocorre em períodos sem disputa. Edifício-sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil) Publicidade. Prestes a receber quase R$ 5 bilhões para investir nas campanhas, partidos políticos registraram mais gastos do que arrecadaram nos últimos anos eleitorais, quando tiveram seus caixas abastecidos com valores próximos. Levantamento do Globo nos balanços das legendas mostra que, em 2024, 19 das 29 siglas que participaram das disputas municipais fecharam o ano com saldo negativo entre despesas e receitas. Em 2022, quando houve eleições gerais como as de outubro próximo, o número foi ainda maior, com 24 delas desembolsando mais do que receberam no período. Dirigentes partidários afirmam que acumulam recursos em anos sem eleição justamente para arcar com os custos para eleger os candidatos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney