Em ação judicial, MPT afirma que JBS manteve relações comerciais com fornecedores flagrados com trabalho escravo no Pará. Search trabalho escravo Casos de trabalho escravo investigados pela Repórter Brasil embasam ação contra JBS Ministério Público do Trabalho afirma que frigorífico manteve relações comerciais com fornecedores flagrados explorando trabalhadores em condições análogas à escravidão e pede na Justiça indenização de R$ 118,9 milhões por danos morais coletivos Por Daniela Penha | Edição Poliana Dallabrida 06/05/2026 05:00 + CASOS de trabalho escravo na cadeia de fornecimento da JBS investigados pela Repórter Brasil embasam uma ação movida pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) contra a gigante da carne. O órgão pede na Justiça que a empresa pague R$ 118,9 milhões por danos morais coletivos e seja obrigada a adotar medidas que previnam a prática em toda sua cadeia produtiva no estado do Pará, da cria do gado até o consumo final. Na ação, aberta em 9 de abril na Vara do Trabalho de Xinguara (PA), o órgão afirma que a JBS “manteve relações comerciais regulares e duradouras com fornecedores flagrados explorando trabalhadores em condições análogas às de escravo”. O MPT cita sete casos de pecuaristas autuados pela prática e que integraram a cadeia de fornecimento da JBS antes, durante ou depois da publicação de seus nomes na Lista Suja do Trabalho Escravo. O cadastro, mantido pelo governo federal, torna públicos os nomes de pessoas físicas e jurídicas responsabilizadas por trabalho escravo. Dos sete casos detalhados na ação, cinco foram identificados e divulgados em investigações da Repórter Brasil. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.