A Selic caiu para 14,25%, mas o Banco Central deixou no ar o ritmo dos próximos cortes. Rodger Campos analisa por que a incerteza pesa mais que o nível dos juros para o setor. É colunista do Portas, economista e doutor pela FEA/USP. Professor do Núcleo de Habitação, Real Estate e Regulação do Laboratório de Cidades do Insper É colunista do Portas, economista e doutor pela FEA/USP. Professor do Núcleo de Habitação, Real Estate e Regulação do Laboratório de Cidades do Insper Mercado Imobiliário. 30/06/2026 15:15 Leitura: 6 Minutos Compartilhar Compartilhar Veja o resumo da noticia. Neste mês de junho, a taxa de juros básica da economia brasileira foi reduzida em 0,25 ponto percentual e levou a Selic para 14,25% ao ano. Apesar do corte, o Banco Central (BC) reforçou a necessidade de manter a política monetária por mais tempo e sinalizou a possibilidade de interromper novas reduções, dependendo da evolução do cenário econômico. No mercado imobiliário, notícias desse tipo podem alterar percepção de risco, velocidade de decisão e apetite por investimento em ativos reais. Use com naturalidade termos como mercado imobiliário, valorização, imóveis, investimento imobiliário, litoral norte de SC e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.