Gestora aponta inconsistência entre política fiscal e monetária para sustentar taxas elevadas e enxerga ganho relevante caso haja ajuste futuro, em posição menos exposta às. Às vésperas de mais uma decisão do Copom e com a guerra no Irã supostamente perto do fim após o anúncio do acordo no domingo (14), a Kapitalo se ancora no mercado local na aposta que considera menos exposta tanto ao Banco Central quanto às urnas. Nos fundos Zeta e Kappa, a gestora saiu dos prefixados e concentrou a posição em juros reais, que vê em patamar “elevadíssimo” e com espaço relevante para cair. Para Bernardo Feijó, COO da gestora, as taxas reais altas refletem o descompasso das contas públicas, com uma projeção preocupante para a relação dívida/PIB caso as políticas atuais sejam mantidas. “Há uma inconsistência entre política fiscal e monetária que justifica essa taxa”, afirma. Ainda assim, ele enxerga oportunidade na posição. “Se as políticas adotadas no futuro forem corretas, há espaço grande para queda de juros reais, independentemente de quem for o próximo presidente do Brasil”, diz. Um atrativo adicional dessa alocação, na visão do gestor, é estar menos sujeita às próximas decisões do Banco Central, o que reduz o risco do fundo em um momento de incerteza. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.