Investigação detalha como autorizações de mineração sem atividade real são usadas para mascarar origem do ouro e sustentar lucros ilegais. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Biologia Ciência e Espaço Ouro ilegal na Amazônia é “lavado” por permissões falsas e movimenta quase US$ 4 bilhões, aponta Greenpeace Investigação detalha como autorizações de mineração sem atividade real são usadas para mascarar origem do ouro e sustentar lucros ilegais Wagner Edwards 31/05/2026 06:00 Ventos levam a poeira do Saara através dos Oceano Atlântico até a floresta amazônica. (Imagem: Jhampier Giron M / Shutterstock) Compartilhe: A exploração ilegal de ouro na Amazônia brasileira continua movimentando bilhões de dólares, segundo investigação da organização ambiental Greenpeace, mesmo após ações de combate reforçadas pelo governo federal desde 2023. O levantamento, consoante a Reuters, aponta que a atividade se adapta às fiscalizações por meio de mecanismos que mascaram a origem do metal. O estudo indica que o esquema envolve o uso de autorizações de lavra emitidas para áreas sem qualquer sinal de extração mineral, criando uma espécie de fachada documental que viabiliza a comercialização do ouro irregular. Parte significativa desse material estaria associada a regiões próximas a territórios indígenas e áreas de proteção ambiental. As conclusões foram obtidas a partir da análise de dezenas de áreas na floresta amazônica e de sobrevoos realizados por equipes de reportagem, que também registraram a presença de operações ilegais ativas em regiões protegidas, levantando dúvidas sobre a efetividade do controle estatal. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.