A alta das apostas em um Fed mais hawkish superou a busca por segurança na crise do Oriente Médio, com o metal penalizado pela valorização do dólar, do petróleo e dos Treasuries. O ouro encerrou a sessão desta segunda-feira (13) em queda forte, voltando a recuar abaixo de US$ 4 mil, em meio a um novo acirramento de tensões no Oriente Médio, o que impulsiona o petróleo e o dólar, além de renovar os temores inflacionários e ampliar expectativas de aperto monetário pelo Federal Reserve (Fed). Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para agosto encerrou em queda de 2,62%, a US$ 4.005,7 por onça-troy, enquanto a prata para setembro recuou 3,64%, a US$ 57,972 por onça-troy. O ouro operou em queda desde as primeiras horas do dia, ampliando as perdas – recuando ao patamar de US$ 3.900 na mínima da sessão -, conforme o mercado acompanhava os relatos sobre o conflito entre os Estados Unidos e o Irã. Após uma nova rodada de ataques entre os dois países, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que assumirá o controle do Estreito de Ormuz, cobrando um pedágio de 20%, além de que retomará o bloqueio aos portos iranianos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.