Europol mapeia nova onda de roubos violentos na Europa: grupos improvisados, recrutados por redes sociais, de olho no ouro que subiu 85% em dois anos. BRUXELAS, 24 Ago (Reuters) – Ladrões ⁠de obras de arte na Europa estão ⁠cometendo roubos cada vez mais violentos, com foco em ouro e ‌joias, e as quadrilhas especializadas foram substituídas por grupos oportunistas improvisados, recrutados por meio das redes sociais, informou a Europol nesta ‌segunda-feira. O assalto ao Museu do Louvre, em Paris, em outubro do ano passado, foi um exemplo dessas mudanças, disse a Europol, depois que os ladrões ameaçaram guardas e visitantes e roubaram joias no valor de 88 milhões de euros, como a tiara da imperatriz Eugênia. Nos últimos ⁠dois ‌anos, os ladrões de obras de arte voltaram sua atenção para ⁠metais preciosos, joias e artefatos culturais que oferecem lucros maiores, afirmou a agência de aplicação da lei da UE em um relatório. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.