Os argumentos dos EUA para propor taxação de 25% sobre o Brasil
Documento da USTR reúne críticas à atuação do Judiciário, ao Pix, ao combate à corrupção, à propriedade intelectual, ao etanol e ao desmatamento para justificar sanções comerciais. Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, fala à imprensa no dia em que participa de um almoço de trabalho com ministros do comércio da UE, em Bruxelas, Bélgica, 24 de novembro de 2025. — Foto: Piroschka van de Wouw/Reuters Publicidade. A proposta do governo dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros está baseada em um amplo conjunto de acusações contra o Brasil que vão muito além da balança comercial. No documento divulgado nesta segunda-feira (2), o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) conclui que práticas brasileiras em seis áreas distintas são “irracionais ou discriminatórias” e impõem restrições ao comércio americano, abrindo caminho para sanções com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney