Flávio Bolsonaro identificou que endurecimento no combate ao crime é ponto fraco de Lula. Assine Fechar sidebar menu Minha Folha Newsletters Minha assinatura Forma de Pagamento Editar senha e conta Atendimento Sair United States of America flag English edition Edición en español Edição Folha Últimas Textos da edição folha Casafolha Clube Gourmet Clube Folha Bem-estar Educação Gastronomia Lazer e Cultura Turismo Folha Jogos Séries Folha Todas opinião Editoriais Charges Tendências/Debates colunas mais populares Mais lidas Mais comentadas acervo folha fotografia política Lula eleições 2026 painel Entrevista da 2ª brasília hoje economia imposto de renda investimentos previdência painel s.a. agrofolha mercado imobiliário folha ESG mpme publicidade legal recall energia limpa tecnologia veículos cotidiano rio de janeiro loterias Educação Folha Estudantes Folha de redação Enem Ranking Universitário Folha escolha a escola mundo guerra no irã guerra israel-hamas guerra da ucrânia estados unidos china rússia israel coreia do norte venezuela ambiente cop30 saúde Vita equilíbrio ciência ilustrada mônica bergamo quadrinhos painel das letras coleções folha ilustríssima esporte copa do mundo campeonato paulista campeonato brasileiro futebol internacional notícias por estado São Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais mais estados podcasts F5 outro canal Bichos celebridades horóscopo Folha Social+ guia folha turismo folhinha folhateen comida CozinhAÍ deltafolha dias melhores Seminários Folha empreendedor social tv folha o melhor de sãopaulo parceiros Aeroin Agência Fapesp BBC News Brasil Bloomberg Deutsche Welle Financial Times Mensagem de Lisboa Piauí Público Quatro Cinco Um Radio France Internationale The Conversation The Economist The New York Times banco de dados painel do leitor mais seções folha en español folha in english folhaleaks folha tópicos versão impressa Mapa do site classificados fale com a folha Canais para o leitor anuncie (publicidade folha) atendimento ao assinante erramos ombudsman painel do leitor Sobre a Folha sobre o grupo folha expediente política de privacidade projeto editorial treinamento trabalhe na folha Contraste Claro Escuro Siga a folha Link externo, abre página da Folha de S.Paulo no X Link externo, abre página da Folha de S.Paulo no Linkedin Link externo, abre página da Folha de S.Paulo no Instagram Link externo, abre página RSS da Folha de S.Paulo Joel Pinheiro da Fonseca Economista, mestre em filosofia pela USP. 1º.jun.2026 às 20h24 Diminuir fonte Aumentar fonte Ouvir o texto Em julho de 2025, depois de lobbying de Eduardo Bolsonaro, o governo Trump anunciou um tarifaço de 50% contra o Brasil bem como sanções contra autoridades brasileiras. No momento do anúncio, Eduardo Bolsonaro comemorou efusivamente. Dias depois, já estava claro que o ato de agressão contra o Brasil não era positivo, e sim embaraçosamente negativo para seu grupo. Em maio de 2026, depois de lobbying de Flávio Bolsonaro, o governo Trump anuncia que passará a designar PCC e CV como organizações terroristas. Flávio e seus colegas celebram efusivamente. A pergunta se impõe: estaremos diante de outro erro bolsonarista?. Num primeiro momento, é uma inegável vitória para ele. No difícil campo da relação com Trump — que tem sido ruim para os Bolsonaro —, ele identificou o tema que é o ponto fraco de Lula: o endurecimento no combate ao crime. A postura do governo de se opor à classificação de terrorismo fica parecendo relutância em enfrentar o crime organizado, enquanto a posição da direita mostra determinação. O próprio Lula admite em sua nota-resposta que as facções "praticam o terrorismo". Sendo assim, a insistência de que não podem ser definidas como organizações terroristas vira um preciosismo escolástico. Por que não incluir as facções que praticam o terror? Países como o Equador se adiantaram aos EUA, classificando as próprias gangues como terroristas antes mesmo que o governo americano o fizesse. Hoje, têm apoio de inteligência e militar para combater seus cartéis de droga. Lula cita o caráter inegociável da soberania brasileira, no que está certo. Mas existe soberania quando grupos armados dominam territórios no Rio de Janeiro e atuam desimpedidos na Amazônia? Não seria o caso de acolher a cooperação americana não só no combate aos crimes financeiros, mas também no apoio militar de enfrentamento das facções?. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.