Polícia apura se instituto usou faturas frias para justificar despesas pagas pela Prefeitura de SP. 1º.jun.2026 às 19h05 Diminuir fonte Aumentar fonte Ouvir o texto Bruno Ribeiro São Paulo Além de endereços ligados à produtora de " Dark Horse " e de gabinetes da Prefeitura de São Paulo, a operação da Polícia Civil realizada nesta segunda-feira (1º) para investigar se dinheiro público foi usado indevidamente no filme sobre Jair Bolsonaro ( PL ) cumpriu mandados de busca e apreensão em quatro empresas que, segundo a investigação, podem ter relação com as suspeitas de desvio de verba. De acordo com o inquérito do caso, a apuração tenta saber se o ICB (Instituto Conhecer Brasil), presidido por Karina Ferreira da Gama (dona da Go UP Entertainment, que assina a produção do filme), usou faturas e notas fiscais descritas como frias para justificar despesas custeadas pela prefeitura. A polícia afirma haver "indícios de desvio de finalidade e confusão patrimonial" entre o instituto, que é uma organização social, e a produtora. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.