Durante anos, ouvir música significa abrir um aplicativo, escolher uma playlist e deixar o algoritmo decidir o resto. O streaming venceu a guerra da prat. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Erick Teixeira/Canaltech Durante anos, ouvir música significa abrir um aplicativo, escolher uma playlist e deixar o algoritmo decidir o resto. O streaming venceu a guerra da praticidade, mas começou a enfrentar um fenômeno curioso: a fadiga. Em 2026, cresce um nicho de usuários que busca justamente o oposto: ouvir álbuns inteiros, carregar arquivos locais e usar players dedicados de alta fidelidade que nem sempre dependem de Spotify, Apple Music ou outras plataformas. WhatsApp Continua após a publicidade Estamos voltando à era dos walkmans? Não é exatamente uma volta do walkman clássico, mas a ideia está ali. Equipamentos portáteis com DAC dedicado, suporte a arquivos FLAC e foco em áudio offline ganharam espaço entre entusiastas. Marcas como Sony, FiiO, Shanling e HiBy apostam nesse público que quer recuperar a sensação de “possuir” a música, não apenas escutá-la. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.