E se uma estrela “morta” pudesse ser reciclada? Pois é o que astrônomos da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, observaram no interior da célebre Nebulosa. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. NASA, ESA, C. R. O’Dell/Andrew McCarthy E se uma estrela “morta” pudesse ser reciclada? Pois é o que astrônomos da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, observaram no interior da célebre Nebulosa da Hélice. Com o observatório El Sauce, no Chile, eles identificaram uma estrela que chegou ao fim do seu ciclo, com seus restos reabsorvidos pelo meio interestelar que a formou. As estrelas podem durar bilhões de anos. Dependendo do quão massivas são, quando esgotam as reservas de combustível que sustenta sua estrutura pela fusão nuclear elas podem passar por processos fantásticos — aquelas como o Sol, por exemplo, encerram seus ciclos como belas nebulosas planetárias. Este, aliás, é o caso da Nebulosa da Hélice: ali, há uma estrela que esgotou o hidrogênio necessário para a fusão nuclear. Como resultado, o astro se transformou em uma gigante vermelha, cujas camadas mais externas se expandiram e formaram a nebulosa. Esse processo de expansão espalha no gás interestelar elementos necessários para a formação de novas gerações de estrelas — e é aqui que entra o novo estudo. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.