Estudo com estrelas gêmeas mostra diferenças químicas que indicam possível ingestão de planetas em algum momento da sua evolução. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Astronomia Ciência e Espaço O que acontece quando estrelas “devoram” planetas? Estudo brasileiro responde Estudo com estrelas gêmeas mostra diferenças químicas que indicam possível ingestão de planetas em algum momento da sua evolução Wagner Edwards, editado por Bruno Capozzi 16/06/2026 13:20, atualizada em 16/06/2026 13:26 A turbulência da atmosfera distorce a luz das estrelas, dificultando observações precisas a partir da Terra. (Imagem: Triff/Shutterstock) - A turbulência da atmosfera distorce a luz das estrelas, dificultando observações precisas a partir da Terra. (Imagem: Triff/Shutterstock) Compartilhe: Um estudo com participação brasileira mostra que estrelas podem engolir planetas ao longo de sua evolução e incorporar esse material à própria composição química. A pesquisa foi liderada pela doutoranda Anne Rathsam, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG/USP), em colaboração com cientistas de outros países. O trabalho analisou o sistema binário HD 129171 e HD 129209 para entender por que estrelas formadas juntas podem apresentar diferenças químicas. A investigação foi publicada na revista Astronomy & Astrophysics. Os resultados indicam que uma das estrelas do para tem maior concentração de elementos refratários, como berílio e lítio, em relação à sua companheira. Segundo os pesquisadores, esse desequilíbrio sugere que ela pode ter absorvido material rochoso de um planeta durante sua evolução. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.